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Agradeço mais uma vez às participantes do último workshop que aceitaram o desafio de trabalhar a sinestesia. Não se mostrou uma tarefa fácil e incitou um pouco a sair da zona de conforto. Foram explorados sons, texturas e paladar. Aqui ficam três composições a título de exemplo. A Arte Comigo, a Arte Contigo e a Arte Connosco Como é trabalhar comigo própria, como é trabalhar com uma cara-metade ou como é trabalhar com várias caras-metades? Impressões na primeira pessoa. Quem concorda comigo que existe diferença em trabalhar, também com um pincel na mão, em cada uma destas três condições? O que posso eu reconhecer no meu trabalho individual?
Como posso comunicar com a cara-metade no desenrolar do nosso trabalho em comum?
O nós em uníssono, como funciona?
Não querendo atalhar pelas vantagens e desvantagens do trabalho individual, em duo ou em grupo, posso dizer que há sempre vantagens, nem que seja pela vivência. Cada pessoa, segundo as suas oportunidades e experiências ao longo da vida é que está apta a falar se se reconhece e aprecia mais trabalhar de uma forma ou de outra. Pelas aptidões que são requeridas para que um grupo funcionem minimamente bem, a experiência, a condição e o espaço que cada membro conquista, não pondo os demais em cheque, é que o poderá definir. O que encontraste nos fatores acima enumerados que condizem com a tua experiência? Vem daí e descobre por ti! Porque vão acontecer dois workshops: um em Sintonia, já no próximo dia 20 de Junho, Sábado, onde vamos explorar uma conversa pincelada entre duas pessoas; e outro em O Ajuntamento do Pincel, uma pintura em grupo, em data a definir em Julho. Mais informações AQUI Momentos únicos com pessoas únicas! |
Sou artista plástica na áreas de pintura e artesanato, e aliada à escrita criativa convido-vos a visitar a minha newsletter ruteguerreiro pinxit, as minhas páginas na rede e a conhecer o meu trabalho no ecrã e ao vivo. Oriento cursos e workshops dentro destas áreas para descobrir e desenvolver, em convívio, o potencial criativo de cada um. E porque adoro escrever sobre a Terra e todos os seres fantásticos que nela habitam, de vez em quando há de aparecer por aí um carocho com um livrinho na mão para ler uma história em voz alta.
Meio Miranda no Teatro Lethes. Só "meio" porque o baterista está escondido atrás das flores de cena. Isto não é surrealista, nem nada que se pareça, mas é o que tenho à mão para pôr aqui. Depois substituo quando tiver qualquer coisa candidata e aspirante a tal. A orientação do tema deslizou para o Surrealismo. Um bico de obra para explicar o que é o surrealismo. Não me vou alongar na sua história, porque para mim quase que parece uma telenovela (literalmente surreal) de comadres zangadas umas...
No passado workshop foi eleito o Cadavre Exquis a versar o desenho para um tratado de feitura em confraternização. Agora escolho um outro versado em letras e que se apresenta como relato, orgulhoso do seu futuro, comum com expectativas dignas de nota de vinte escudos. Levou a cabo de uma vassoura, anos a fio, para se atar a um tronco cuja cabeça não existia, apenas ramos e folhas de papel reciclado, mais desbarato e ecológico, dividido em três, tantos quanto uma dosagem tridimensional. Três...
Cadavre Exquis de João Moniz Pereira, Marcelino Vespeira, António Pedro, Fernando de Azevedo, António Domingues, 1948. No Centro de Arte Moderna Gulbenkian. Olá, Hoje vou falar um pouco mais sobre a pintura em grupo. Como escrevi na última newsletter sobre o trabalho em grupo – e neste contexto particular, sobre a pintura em grupo – para que o trabalho se conduza a bom porto, pressupõe-se que haja colaboração entre os participantes: “Todos devem estar cientes desse equilíbrio [...]”, mas para...